Em Novembro de 2018, 4 crianças se afogaram na represa de Guarapiranga (São Paulo) e 3 delas, com idades entre 11 e 13 anos, morreram . Nenhuma delas usava colete salva-vidas. Nenhuma delas estava acompanhada de perto por um adulto. Nenhuma delas sabia nadar. Todas elas estavam brincando no raso. Aprendemos a nadar em um ambiente fechado e previsível, mas os afogamentos geralmente ocorrem em um ambiente aberto e imprevisível.

O afogamento é um evento que normalmente envolve mais de um fator e por isso, existem muitas causas e muitas formas diferentes de prevenção. Saber nadar aparece entre as formas mais conhecidas para a prevenção de afogamentos. Mas será que isso oferece 100% de garantia? De acordo com a International Lifesaving Federation (ILS), as aulas de natação podem ajudar, mas é necessário que haja também um programa de educação para

Habilidades aquáticas desenvolvidas são fundamentais para o autossalvamento e prevenção de afogamentos. Em fevereiro de 2014, a Associação Brasileira de Canoagem utilizava a Represa de Guarapiranga, em São Paulo como centro de treinamento. Uma atleta de 15 anos, membro da equipe de velocidade saiu desacompanhada para um percurso e sua canoa virou. Sem o colete salva-vidas, a atleta morreu porque não foi capaz de nadar de volta para a canoa.