Existem diversos tipos de tratamento de piscinas: salinização, ozônio, luz ultravioleta, ionização, entre outros. São sistemas que possuem uma certa automatização e um custo maior, seja pelo investimento ou pelo aluguel de manutenção do equipamento.

Todavia, antes de apontar alguns cuidados básicos de vital importância no tratamento com produtos químicos, gostaríamos de falar um pouco sobre o tratamento de piscinas, os métodos mais comuns, entre outros.

Por que realizar o tratamento de piscinas

O tratamento de piscinas é de suma importância para a segurança e boa experiência do aluno de natação. Uma piscina sem manutenção e tratamento correto pode comprometer a saúde de quem nada. Assim, a água enquanto tratada incorretamente, pode transmitir doenças pelo contato, ingestão e até insetos que possivelmente se desenvolvem ali. Portanto, é imprescindível que o tratamento de piscinas seja realizado de forma correta e coerente, com o intuito de proporcionar segurança e conforto a quem nada na piscina.

Métodos utilizados

Em síntese, produtos químicos são tóxicos em sua grande maioria. Ademais, as misturas entre eles, muitas vezes realizadas incorretamente, são perigosas e não possuem a atenção que merecem. Os produtos sozinhos não são perigosos. Entretanto, quando combinados de forma incorreta, se tornam muito perigosos. Por exemplo, a pedra para limpeza do piso limpada ao redor da piscina ou o cloro granulado.

Todas as marcas registradas e autorizadas pelos órgãos competentes seguem normas rígidas de conduta com tais produtos. Tendo isso em vista, devemos seguir sempre os manuais de instrução. Mais que isso, algumas marcas promovem cursos gratuitos sobre o manuseio destes produtos e sobre o tratamento de piscinas.

O método mais tradicional e econômico para o tratamento de piscinas é o uso do cloro. O seu manuseio é o que exige maior atenção e cuidado. Com o propósito de tornar seu manuseio mais seguro, há o sistema de dosagem automática.

Associação Brasileira de Normas Técnicas

Estes procedimentos, além de serem evidenciados pelos próprios fabricantes, devem seguir principalmente as normas da ABNT NBR 10339, Associação Brasileira de Normas Técnicas. É por meio deste que fiscais da vigilância sanitária farão suas considerações.

Para manusear produtos químicos, o profissional precisa passar por um treinamento específico para preparo e habilitação. Abaixo abordaremos algumas dicas básicas para o tratamento de piscinas coletivas (academias, escolas de natação, clube e escolas) para evitar acidentes indesejados.

Cuidados básicos de vital importância no tratamento de piscinas com produtos químicos:

  • uso de equipamentos de EPI, de proteção: luvas, máscaras e óculos;
  • nenhum produto químico deve ser misturado com outro sem estar explicitado no manual de instruções;
  • certificar-se que o recipiente esteja limpo e que seja utilizado somente para este fim;
  • ao manusear o cloro no recipiente, sempre colocar água primeiro e, depois, o cloro;
  • todo produto químico deve ser mantido em sua embalagem original, com seus registros e especificações exigidas por lei, bem como as instruções de manuseio;
  • devem ser armazenados e manuseados em local arejado, longe do alcance de pessoas não habilitadas e em temperatura abaixo dos 25 graus;
  • os produtos não devem ter contato com o solo, a legislação exige 1cm acima do solo sobre um estrado, por exemplo;

Além dos cuidados com os produtos químicos utilizados no tratamento e limpeza de uma piscina, os cuidados com a segurança devem sempre ser levados seriamente em conta.

 

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